quarta-feira, 14 de outubro de 2009

PASTORES DE ALMAS, UMA ESPÉCIE EM EXTINÇÃO?


Há pouco tempo ouvi uma história a qual compartilho com vocês. Uma irmã (a qual, por questões obvias, não vou revelar o nome e igreja), passou pela seguinte experiência:

Em um final de culto, movida por um grave problema pessoal, ela procurou o seu pastor, no desejo de abrir o coração, pedindo-lhe que a ajudasse em aconselhamento pastoral. O pastor, sem poder ouvi-la naquele momento, até porque muita gente desejava lhe falar e, principalmente, cumprimentá-lo em virtude do "maravilhoso sermão "que havia pregado, solicitou à irmã que procurasse a secretaria da igreja e agendasse um encontro.

No dia seguinte a irmã procurou a secretaria, tentando agendar o encontro pastoral; no entanto, para sua surpresa, a secretária informou que o tal pastor não teria agenda livre para os próximos cinco meses, o que impossibilitaria o seu atendimento. A moça se desesperou, implorou, pediu pelo amor de Deus, mais nada pôde ser feito. A secretária explicou que o pastor tinha já agendado muitos encontros, jantares, viagens e conferências, as quais tinham que ser priorizadas, e que o máximo que ela poderia fazer seria encaixá-la num atendimento, quatro meses depois.

A moça saiu da igreja, naquela manhã de segunda-feira, pior do que entrara; na verdade, agora ela se sentia deprimida, desvalorizada e sem perspectiva alguma de ser ajudada em seu problema. O pastor, o qual ela pensava que poderia ajudá-la, infelizmente não poderia fazê-lo.

o tempo se passou e a moça desiludida, bem como desesperançosa, não fora mais à igreja. Para sua tristeza, ninguém, absolutamente ninguém, a procurara, querendo saber o motivo de sua ausência. Até que um dia, o pastor da igreja da qual fazia parte, encontrou-a na instituição bancária onde ela trabalhava. Ao vê-la, o pastor não esboçou nenhum comentário quanto à sua ausência; na verdade, a única coisa que falou, é que estava correndo em virtude da grande e complexa agenda.

Não sei o que você pensa e sente ao ler essa pequena história. Entretanto, quando soube do fato, fui tomado por uma grande perplexidade que me fez questionar sobre o papel pastoral nos dias de hoje. Aonde estão os pastores do povo de Deus? Aonde estão aqueles que por amor ao Rei, largam as 99 ovelhas e vão em busca de uma que se perdeu e sofre? Sem sombra de dúvidas, vivemos uma enorme crise de pessoalidade e afetividade na relação pastor-ovelha, isso porque, alguns dos ditos pastores se tornaram mega-stars da fé, imponentes pregadores, "Apóstolos desbravadores", além de "poderosos profetas". Junta-se a isso, o fato de que as mensagens pregadas nos púlpitos têm tido por fundamento o marketismo religioso, cujo conteúdo é humanista e secularizado. Infelizmente, sou obrigado a concordar que tais pastores têm se preocupado mais com a porta de entrada, do que com a porta de saída dos seus apriscos; mais com números do que com gente. Na verdade, ouso afirmar de que vivemos numa era onde as pessoas foram definitivamente coisificadas, onde seres humanos, criados a imagem e semelhança de Deus transformaram-se em gráficos e estatísticas.

Diante desta nebulosa perspectiva, sou tomado pela imprenssão de que essa geração necessita urgentemente de pastores de almas, de gente abnegada, que se preocupe com a dor do próximo e tenha prazer em cuidar da ovelha ferida. Para tanto, torna-se indispensável remodelar e reformar os conceitos pastorais desta geração, impregnando nos novos ministros, amor, compromisso e fidelidade para com Deus e seu Reino. Além disso, julgo também que seja imprescindível de que os pastores desse tempo, sejam plenamente comprometidos com a Santa Palavra de Deus, preocupando-se com o que ela diz, tomando-a como regra, bem como modelo de fé e comportamento para o seu ministério pessoal.Vale a pena lembrarmos daquilo que o reformador francês João Calvino costumava dizer quanto a Palavra de Deus. (1) "A Escritura é a fonte de toda a sabedoria, e os pastores devem extrair dela tudo aquilo que expõem diante do rebanho" (2) Calvino afirmava que através da exposição da Palavra de Deus, as pessoas são conduzidas a liberdade e a segurança da fé salvadora, dizia também que a verdadeira pregação, tem por objetivo abrir a porta do reino ao ouvinte, isto é, em outras palavras o que ele está a nos dizer, é que as Escrituras Sagradas, devem ser o principal instrumento na condução, consolidação e pastoreamento do povo de Deus.

No exercício de seu pastorado, Calvino dizia que a pregação pública deveria ser acompanhada por visitas pastorais. (3) Junta-se a isso o fato, de que ele sempre procurou encorajar pessoas sobrecarregadas, as quais não conseguiam encontrar consolo mediante sua própria aproximação de Deus, a procurarem seu pastor para aconselhamento particular e pessoal.

Conforme registro de um dos seus colegas pastores em Genebra, "(...) os que lhe procuravam eram recebidos com simpatia, gentileza e sensibilidade. Ele os atendia e prontamente lhes respondia as perguntas, mesmo as mais sérias delas. Sua sabedoria era demonstrada nas entrevistas particulares tanto quanto nas conversas públicas onde ele confortava os entristecidos e encorajava os abatidos...". [4].

"E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória".(IPe.5:4)

Calvino também acreditava que o ensino, além de ser público nos cultos, deveria ser acompanhado por orientação pessoal e aplicado às circunstâncias específicas da vida de suas ovelhas. Atendia noivos que estavam se preparando para o casamento, pais que traziam seus problemas relacionados aos seus filhos, pessoas com dúvidas ou dificuldades doutrinárias, lutas com enfermidades, ouvia confissões de pecados, e a todos ele os recebia e levava o conforto e o encorajamento necessários. [5]

João 10:11 - O bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

Amados irmãos, ainda que os nossos dias, sejam diferentes dos dias dos reformadores, carregamos em nosso tempo as mesmas demandas pastorais. Nossas igrejas estão cheias de individuos em crise, de familias desestruturadas, além de pessoas que foram violentamente marcadas por satanás e o pecado. Ouso afirmar que neste tempo pós moderno, onde o relativismo tem mostrado as suas garras, necessitamos urgentemente de pastores preparados e capacitados, que amem a Deus acima de todas as coisas, e que se disponham a pastorear abnegadamente o rebanho de Cristo.

"Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas." (João 10:12)



Que Deus tenha misericórdia de seu povo e levante pastores segundo o seu coração.

(...) Adaptado por “Ormes de Paula”

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Gnosticismo
Quem são na verdade os Gnósticos?

No sec. II e II depois da morte de Cristo, o movimento religioso cristão estava em plena expansão mundial. Desde o seu berço na distante Judéia, agora era um movimento religioso em contagiante evolução, proliferando desde a Europa á Ásia. Foram nesses tempos que o imperador romano Constantino se converteu ao Cristianismo, e também se concluiu a escrita do Novo Testamento. È no fervilhar de idéias, entre as discussões teológicas e a construção da doutrina oficial da igreja crista, que neste período histórico nasce o Gnosticismo.
Nesta época, (sec. II e II d.C), os livros que agora constam do novo testamento estavam concluídos, e, contudo o novo testamento enquanto cânone ainda não estava formalizado. Foi das discussões, debates e confrontos entre as varias visões do cristianismo florescente, que se acabou por definir quais os livros que acabariam por constituir aquilo que hoje conhecemos pelo Novo Testamento. Fora muitas as disputas, e apenas nos fins do sec. IV é que se deverá ter chegado a um consenso: o cânone passaria a incluir os 4 evangelhos, os Atos dos Apóstolos, as cartas de Paulo, e um grupo de outras epístolas, assim como o Apocalipse de João. Mas se muita discussão houve, é porque para alem destes 4 evangelhos, dezenas e dezenas de outros evangelhos existiam, tais como: o evangelho de Tome, o evangelho de Judas, e ate mesmo o evangelho de Maria. Cada um desses evangelhos, agora considerados apócrifos, ( porque não foram incluídos na doutrina oficial da igreja Cristã, expressa no Novo Testamento), expressava visões substancialmente diferentes de Jesus, e ate mesmo de Deus.
Foi em todo este ambiente de disputas teológicas, que nasceu o movimento gnóstico e o gnosticismo. O gnosticismo é por muitos considerado a vertente mística do cristianismo, assim como a cabala é a vertente mística do judaísmo. No entanto, há quem afirme que mais que uma vertente mística, o gnosticismo constitui uma verdadeira ramificação da doutrina crista.

Como nasce o Gnosticismo? O que é na verdade o gnosticismo?

No seio de toda a disputa e discussão teológica que sucedeu nos primeiros 4 séculos do cristianismo, destacaram-se 3 grupos de cristãos primitivos distintos.
Haviam um primeiro grupo constituído essencialmente por Judeus. Para esse grupo de Judeus convertidos ao cristianismo, o Deus de Jesus era o Deus de Moisés e o Deus de Abraão. Por isso, Jesus era o Messias prometido por Deus ao povo judeu, e por isso os seguidores de Jesus tinham de ser judeus, convertendo-se ao Judaísmo. Este grupo de cristãos judeus professava o mais profundo monoteísmo. Assim sendo, professam que apenas podia haver um Deus, e que Jesus não podia por isso ser uma espécie de um segundo Deus. Como tal, estes judeus cristãos afirmavam que Jesus era um homem normal, de carne e osso; que havia nascido de uma relação sexual normal entre José e Maria; que Maria não era por isso virgem.
Havia depois um segundo grupo de cristãos primitivos, que encontrou em Marçal ,(Sec. II d.C), o seu mais famoso teólogo e filosofo. Para este teólogo, havia um nítido contraste entre a Lei de Moisés, ( Antigo Testamento), e os escritos evangélicos, ( que mais tarde constituiriam o Novo Testamento). Claramente que a Lei de Moisés descrevia um Deus terrível, ciumento e vingativo, ao passo que a mensagem de Jesus retratava um Deus de amor e sabedoria.
A conclusão de Marçal é obvia: obviamente isto sucede, porque se tratam de 2 deuses diferentes; são 2 os deuses que estes 2 relatos históricos, (antigo testamento e novo testamento), estão descrevendo.
Marçal conclui por isso que se trata de 2 deuses diferentes: um é o Deus do antigo testamento, o Deus dos Judeus, o Deus que criou este mundo físico. Esse Deus escolheu os Judeus como seu povo, e deu-lhe uma lei dura e implacável. Por outro lado, Jesus advem de um Deus superior, um Deus maior, um Deus de luz, paz, sabedoria e amor. Jesus, segundo Marçal, tinha sido enviado por esse Deus maior para salvar os Judeus do seu Deus irado e vingativo, ao passo que para oferecer a toda a humanidade o caminho da salvação através desse Deus superior.
Por considerar que o Deus dos Judeus era o Deus criador do mundo material, e que Jesus era Deus do outro Deus superior que é um Deus apenas de espírito, Marçal concluiu que Jesus não poderia ser mais senão: apenas um espírito. Deus viveu, comeu, bebeu, pregou e morreu. No entanto, toda a dimensão física dessa existência foi uma mera ilusão.
Completamente descabido? Na verdade, se olharmos os textos sagrados, até nem é tão descabida a idéia defendida pelo famoso Teólogo Marçal. Em rigor, não é difícil encontrar exemplos deste tipo de fenômeno na Bíblia, uma vez que no próprio antigo testamento, ( Livro de Tobias), é descrito como o anjo Rafael habitou neste mundo, parecendo ser um mero mortal humano e iludindo todos os que o rodeavam quanto á sua verdadeira essência.
Por ultimo, existiu entre o sec. II e IV d.C., um terceiro grupo de Cristãos primitivos, chamados «gnósticos». Para os gnósticos, Jesus não era nem apenas um mero mortal, nem apenas um ser divino; para os gnósticos, Jesus foi um ser humano de carne e osso, que foi habitado por um espírito celestial.
Vamos então saber mais sobre os gnósticos e o gnosticismo:
Muitas das doutrinas gnósticas foram beber a alguns dos princípios teológicos expressos no ancestral livro de Henoc.
O II livro de Henoc foi escrito por volta do Sec. II a.C. em terras de Israel. Muitos afirmam que este livro não foi colocado no Antigo Testamento, porque expressava idéias e noções contraditórias ao seu mais famoso parente literário, o Livro de Gênesis.
No Livro de Henoc, fica viva a ideia que todos nos somos detentores de um enorme poder espiritual, e que podemos alterar o rumo do destino. No entanto, o Livro de génesis tende a ver o homem enquanto um ser miserável, feito do pó, caído em pecado e por isso manchado pelo mal, condenado á decadência, ao sofrimento e á mortalidade.
Ao contrário, o Livro de Henoc expressava uma visão altamente espiritual do homem, concedendo-lhe faculdade que lhe permitem ascender a esferas espirituais superiores, e mesmo á imortalidade.
Por isso mesmo, o Livro de Henoc conta entre outras, a historia do misterioso e imortal Melquisedec, o sumo sacerdote que também é referido na versão oficial do Antigo Testamento, e que neste livro é retratado como exemplo dos poderes espirituais que habitam dentro do ser humano.
Claramente a visão do Livro de Gênesis era a mais ortodoxa, e o livro de Henoc foi excluído do Antigo Testamento.
No Livro II de Henoc, ( sec. II a.C), encontramos expressa a ideia de que o processo da criação do mundo físico em que existimos, proveio de uma vontade divina que deu existência e uma grande classe de seres celestiais.
Esses seres celestiais, chamam-se Aeons, sendo que esses seres celestiais são emanações do Eterno, ou se quiséssemos, do Criador.
Ao todo, o conjunto de Aeons constituem a Pleroma, ou a plenitude divina.
Um desses Aeons tomou a forma de Adão, sendo que nesse sentido, Adão foi como a semente de Deus neste mundo.
Pois os gnósticos defenderiam séculos mais tarde esta mesma visão teológica, afirmando assim que tal como Adão foi uma manifestação corpórea de uma essência celestial, o mesmo quanto a Jesus e Maria Madalena.
Afirmavam os gnósticos, que também Jesus e Maria Madalena foram encarnações de Aeons, ou seres celestiais.
Por tudo isso, os gnóticos tendem a ver Jesus enquanto uma dualidade: por um lado, trata-se um ser humano perfeitamente comum e normal, de carne e osso; por outro lado, dentro do ser humano mortal, habitou uma essência divina, ou um ser celestial.

Afirmam os gnósticos, que esse ensinamento é claro se lermos os evangelhos, pois ali poderemos encontrar que:
1-Jesus chegou a afirmar que o corpo é apenas um receptáculo para um espírito

2-No momento da morte, Jesus grita: «Pai, porque me abandonaste?»; uma declaração que claramente faz entender que o Jesus humano estava falecendo e o ser celestial que nele habitava abandonou aquele corpo, ascendendo ás realidades superiores

3-Jesus, por via de uma metáfora e quando falando do Templo de Jerusalém, acabou declarando que Ele mesmo era um templo no qual habitava o espírito do filho de Deus.

Por esse motivo também, dizem os gnósticos que depois da ressurreição, (tal como descrito nos evangelhos), Jesus teve de regressar e explicar as escrituras aos seus discípulos, ou seja: Jesus regressou para trazer este conhecimento espiritual secreto aos seus seguidores, ate mesmo porque os ditos não tinham percebido claramente a sua mensagem ao longo da sua pregação.
Para o gnosticismo, fica assim demonstrado que a sabedoria espiritual e celeste, é a via da evolução espiritual e da salvação, porquanto foi essa a chave que Jesus, depois da morte, entregou aos seguidores que entendeu serem merecedores.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O CRISTÃO EVANGÉLICO E O FUTEBOL

Tenho em meu pensamento que, não é somente porque você é evangélico que você tem que se privar das diversões.
Creio que o crente tem que divertir-se, brincar, praticar esportes, etc.
Todavia, devemos estar zelosos (João 2:17) e lembrar que, devemos primeiro buscar o reino dos céus e que as demais coisas nos serão acrescentadas( Mt. 6:33).
Quando adentramos em um estádio de futebol, com certeza raramente vamos nos deparar com uma citação bíblica. O que veremos comumente serão expressões como Gangue azul, raça rubro negra, e outras expressões normalmente citando valentia e garra carnais.
Não podemos deixar de lembrar quantas tragédias acontecem em nome da alegria dos torcedores os quais são chamados de fanáticos para justificar a presença dos demais como torcedores.
O apóstolo Paulo em sua epístola aos Tessalonicenses nos adverte “Abstende-vos de toda a aparência do mal” (1ª Tes. 5:22).
Muitas vezes queremos nos justificar dizendo que, para nós, é simplesmente uma diversão, um passatempo, e esquecemos o que o apóstolo Pedro nos diz “Aparte-se do mal, e faça o bem; Busque a paz, e siga-a”(1ª Pe. 3:9) e ainda Jó em seus momentos de sofrimento “E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência” (Jó 28:28).
Quando gostamos de alguma coisa sempre procuramos a nossa própria justificativa sem consultar as Sagradas Escrituras.
Salomão, no livro de Provérbios nos adverte “Não sejas sábio à teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal” ( Pv. 3:17).
Sobretudo, ainda devemos lembrar que os jogos de futebol acontecem geralmente nos dias dedicados como “o dia do Senhor”. Se deixarmos de adorar ao Senhor em Seu dia para irmos assistir ao jogo de futebol, onde estamos colocando o Senhor em primeiro lugar?
Davi nos dá um grande exemplo de servo do Deus Altíssimo: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores (Sl. 1:1).

Lembre-se, a decisão e a escolha é sua; porém, quem sonda os corações é O Senhor nosso Deus, digno de todo louvor, toda honra e toda glória, amém.

sábado, 3 de outubro de 2009

SOMOS LAVADOS PELO SANGUE DE JESUS

1 Pedro 1:2
Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.

1 João 1:7
Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

Apocalipse 7:14
E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

Mateus 26:23
Porque isto é o meu sangue; o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.

Colossenses 1:14
Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;

Hebreus 9:22
E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.

Efésios 1:7
Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça,

Mateus 26:23
Porque isto é o meu sangue; o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.

Romanos 3:25
Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;

Colossenses 1:14
Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;

Apocalipse 1:5
E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados,
(veja comentário abaixo)

A PALAVRA É ESPADA, ESCUDO, SEMENTE, LAMPADA E LUZ. A PALAVRA É O TESTEMUNHO

Lucas 8:11
Esta é, pois, a parábola: A semente é a palavra de Deus;

Marcos 4:14
O que semeia, semeia a palavra;

Atos dos Apóstolos 12:24
E a palavra de Deus crescia e se multiplicava.

Efésios 6:17
Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;

Hebreus 4:12
Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

Tiago 1:22
E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.

1 Pedro 1:23
Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.

1 Coríntios 1:18
Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.

Salmos 119:105
Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.

1 João 5:7
Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um.

Sugestão para a elaboração do Projeto Político-Pedagógico

Caro amigo.
É normal encontrarmos algumas dificuldades para a elaboração do PPP, devido a sistemática que o mesmo envolve.
Publicamos aqui, uma sugestão para que você possa somar ao seu "Q.I.", visando poder satisfatoriamente contribuir para o bom andamento do processo escolar. Veja:
O atendimento à faixa etária de 0 a 6 anos Educação Infantil - constitui-se, desde a promulgação da atual LDBEN – Nº 9394/96, como a 1º etapa da Educação Básica, seguida pelo Ensino Fundamental e Médio. Neste sentido, a expressão Educação Infantil busca integrar o atendimento a esta faixa etária, rompendo com a raiz assistencialista, histórica na modalidade de atendimento creche, ou com o viés preparatório, tradicional no ensino pré-escolar.
Assim, o conceito de criança de 0 a 6 anos como sujeito de direitos, reconhecido na Constituição Federal de 1988 e fortalecido no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, Lei 8069/1990, garante a titularidade do direito ao atendimento em creches ou pré-escolas às crianças, sendo que, independente da denominação dos estabelecimentos, é responsabilidade destes oferecer cuidado e educação, de forma intencional e sistemática.
Para a efetivação destes objetivos, faz-se indispensável que cada instituição possua/construa um documento com a função de planejamento global de sua ação educativa. Nos meios educacionais este documento é conhecido como Projeto Educativo ou Proposta Político Pedagógica – PPP. Segundo Vasconcellos, este documento é:
“(...) um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica, científica, e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os agentes da escola.” ( 1995:143)
Para Veiga, o Projeto Político-pedagógico, carregando o caráter de projeto de sua origem etimológica latina (projectu), cumpre a função de dar um rumo, uma direção à instituição. Nos aliamos a esta autora quando ela destaca o caráter político e o caráter pedagógico deste documento. Diz a autora, que o projeto de escola é sempre:
“... uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico com os interesses reais e coletivos da população majoritária. É político, no sentido de compromisso com a formação do cidadão para um tipo de sociedade. ‘A dimensão política se cumpre na medida em que ela se realiza enquanto prática especificamente pedagógica.’ (Saviani 1983, p.93). Na dimensão pedagógica reside a possibilidade da efetivação da intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de definir as ações educativas e as características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade”. (1996:12)
Entendemos que a elaboração de uma PPP é um processo rico para todo o coletivo da instituição, pois, como diz Veiga:
“Ao construirmos os projetos de nossas escolas, planejamos o que temos intenção de fazer, de realizar. Lançamo-nos para diante, com base no que temos, buscando o possível. .Nessa perspectiva, o projeto político-pedagógico vai além de um simples argumento de planos de ensino e de atividades diversas”. (1996:12)
Nesse sentido, o objetivo principal da elaboração deste documento por uma instituição educativa não está ligado apenas às exigências legais ou aos aspectos ligados ao cumprimento de sua formalização textual, mas sim, à qualidade conseguida ao longo do processo de sua elaboração, uma vez que a PPP somente se constituirá em referência para as ações educativas se os sujeitos da comunidade escolar se reconhecerem nela, para referendá-la como tal.
A Secretaria Municipal de Educação - SMED, na qualidade de Administradora do Sistema Municipal de Ensino (Lei 8198/98) toma a iniciativa de distribuir este roteiro-sugestão com o objetivo de contribuir com as instituições de Educação Infantil - EI no processo de elaboração de uma PPP, um dos documentos exigidos no processo de regularização destas instituições junto ao Conselho Municipal de Educação - CME, tendo por base os artigos 9º e 10º da Res. 003/01 deste Conselho e os fundamentos norteadores apontados na Resolução 001/99 do Conselho Nacional de Educação.
Destacamos que os itens aqui apresentados podem encontrar-se sob outra nomenclatura ou outra forma/sequência de organização em várias obras pedagógicas. Não é esta a questão principal; o indispensável é que o documento expresse a realidade de cada instituição, justificadas as suas escolhas teóricas, contendo outros ou mais itens que retratem cada coletivo institucional.

ITENS SUGERIDOS
Introdução
A instituição apresenta sua PPP, explicitando suas concepções quanto a esta matéria e relata aspectos que julgar importantes do processo de elaboração do documento, incluindo envolvimento com as famílias, comunidade, conforme aponta letras “c” , do artigo 10 da Res. 003/01 do CME. A redação desta parte deve ser feita ao final do processo.
Diagnóstico
Diagnóstico da realidade global na qual a instituição está inserida – mundial, do país, estado, cidade, bairro,.. explicita como a instituição “vê” o mundo ao redor.
Fundamentos a considerar na PPP
A instituição apresenta as concepções/visões/princípios que norteiam sua PPP, sua utopia em relação à função social de uma instituição educativa, no caso, voltada à faixa etária de 0 a 6 anos, explicitando o referencial teórico em que se apóia.
• Filosóficos:
Visão de mundo, sociedade, homem, conhecimento, criança, infância, instituição de Educação Infantil, educador/a ...
• Sócio-antropológico:
Visão do contexto sócio-cultural das crianças e de suas famílias, concepções sobre as relações com as famílias, com a comunidade, com outras entidades, movimentos sociais, orgãos da cidade.
• Psico-pedagógicos:
Visão de desenvolvimento infantil, de ensino-apredizagem, de construção do conhecimento.
Considerar objetivos da ação pedagógica, tais como autonomia, criatividade, criticidade,.... para definição desta ação.
Histórico
Breve histórico da instituição; marcas de sua origem na comunidade; o momento sócio-histórico de seu surgimento ( surgiu a partir de quais demandas, interesses, objetivos?); histórico de seu surgimento a partir da instituição mantenedora – se for o caso.
Organização do trabalho na instituição
• Planejamento da instituição: explicitar que concepção esta tem de planejamento e a organização interna (espaços e tempos) da instituição para sua realização. Ex: como o coletivo realiza seu planejamento, se por níveis de abrangência (coletivo, grupos etários, turmas,...) ou periodicidade (plurianual, anual, semestral,... )
• Organização dos grupos etários: Descrever e justificar a organização das crianças por grupo, considerando o espaço físico e o número de profissionais.
• Organização do ambiente físico: Explicitar e justificar a organização e a utilização dos espaços físicos da instituição, considerando o tempo de permanência das crianças na instituição e a qualificação da ação educativa. Considerar letra “e”, do Artigo 10, da Resolução 003/01 do CME.
• Equipe multi profissional: Descrever a equipe de profissionais envolvida nas ações educativas da instituição (profissionais fixos em sala e fora desta/serviços, assessorias de apoio sistemáticas ou pontuais e voluntários) . Descrever quais profissionais e com que proposta de trabalho se inserem na implementação da PPP da instituição. Considerar letra “e”, do Artigo 10, da Resolução 003/01 do CME.
• Organização da ação educativa: explicitar a forma como a instituição organiza/planeja a ação didático-pedagógica, que elementos são considerados neste planejamento. Por exemplo: através da Pedagogia de Projetos; Tema Gerador; Rede Temática,... Descrever as fontes a partir das quais a instituição define sua ação, considerando a Res. 001/99 do Conselho Nacional de Educação combinada com as letras “a” , “b”, “d” , “e”, “f”, “g”, “h”, “i” do artigo 10 da Res. 003/01 do CME.
• Formação de profissionais: Concepção sobre a formação de profissionais para a Educação Infantil (inicial e continuada)
Descrever periodicidade e abrangência. Ex: participação de todos/as os/as profissionais, enfoque permanente, outros,...
Referir o envolvimento das famílias, conforme letra “c” , do artigo 10, da Res. 003/01 do CME.
• Acompanhamento e Registro:
Explicitar concepções e critérios sobre como se dá a avaliação e o acompanhamento do trabalho, por exemplo: avaliação como processo; avaliação como meio/investigação; registros descritivos; aspectos a avaliar; periodicidade; outros,...
Questões: o quê avaliar, como avaliar, quem avalia e quem é avaliado (crianças, profissionais, comunidade, instituição?
Considerar a letra “j”, do Artigo 10, da Res. 003/01 do CME.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

FOMOS LAVADOS PELO PRECIOSO SANGUE DE JESUS

Quando se fala no precioso sangue de Cristo, entende-se toda a dimensão da salvação do homem de seus pecados. E de como Deus desde o principio providencia os meios, os métodos, os símbolos, os tipos imprimindo em nossas mentes a necessidade do sangue remidor, para nos aproximar de sua presença santa.
“Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vosso pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e mácula, o sangue de Cristo,” I Pedro 1:18,19
“ …Sem derramamento de sangue não há remissão.” Hebreus 9:22 “ …Cristo o nosso Cordeiro pascal foi imolado.” I Coríntios 5:7
O sangue de Cristo é o ensino predominante de toda a bíblia, é o assunto principal, em linguagem direta ou indireta, ou forma de metáforas, o certo é que desde seu início no Éden (Gênesis 3.21) e vai até Apocalipse (19.13), sempre descrevendo de forma clara a sua importância no processo da salvação dos homens.
A expiação pelo sangue tem sua origem na eternidade, na mente de Deus. A expiação estava explícita no “coração de Deus”, antes de tornar-se um fato explícito na história do homem. I Pe 1.18-20; Ap 13.8
Conhecido antes e manifesto na plenitude dos tempos. I Pe 1.2 Determinado por Deus. At 2.22-23 Finalidade: salvar os homens pela fé em Cristo. Ef 1.4-7
Quando aprofundamo-nos nos significados e descrições da natureza da expiação, passamos a entender todas as implicações relacionadas a nós, e os benefícios a que somos abençoados.
Seu sacrifício por nós, foi:
Voluntário. (Por livre escolha, não por compulsão). João 10:17-18; GL 2:5-8
“Algumas vezes atribuímos a morte de Cristo aos Judeus, outras vezes aos soldados romanos, mas, na análise final, Jesus morreu sob o acordo de Sua própria vontade. Não lhe foi imposto, a não ser o impulso de seu próprio coração cheio de amor. O amor compele porque impele. Não há poder que seja exercido tão poderosamente como o amor na força de sua intensidade… Sua disposição de agir em nosso lugar ressalta o valor intrínseco de sua ação.”
Quando nos aprofundamos nos significados e descrições da natureza da expiação, passamos a entender todas as implicações relacionadas a nós, e os benefícios a que somos abençoados.
Expiatório. IS 53:5-6; Gl 3:13 = Cobrir; apaziguar; tornar satisfatório.
“A palavra expiação no hebraico significa literalmente cobrir, e é traduzida pelas seguintes palavras: fazer expiação, purificar, quitar, reconciliar, fazer reconciliação, pacificar, ser misericordioso e adiar.”
A expiação original inclui a idéia de cobrir, tanto os pecados (Sl 78.38; 79.9; Lv 5.18) como o pecador (Lv 4.20). Expiar o pecado é ocultar o pecado da vista de Deus de modo que o pecador perca seu poder de provocar a ira divina.
A morte de Jesus foi uma morte expiatória, porque seu propósito era apagar o pecado. (Hb 9.26,28; 2.17; 10.12-14; 9.14).” Myer Pearlman, Conhecendo as Doutrinas da Bíblia, pág. 132,133.
Finalidade: Cobrir os pecados da ira de Deus. Sl 78:38 Apagar – Jr 18:23 Remover – Is 6:7. Lançar na profundeza do mar = Esquecer – Mq 7:19 Perdoar – Sl 78:38
Propiciatório: Significa: (Juntar, tornar favorável ou efetuar reconciliação). Is 53.8,10-12; Tornar propício, favorável. Rm 3:25; I Jo 2:2; I Jo 4:10
“Crê-se que a palavra propiciação tem sua origem em uma palavra latina “Prope”. Que significa “perto de”. Assim se nota que a palavra significa juntar, tornar favorável ou efetuar reconciliação. Um sacrifício de propiciação traz o homem para perto de Deus, reconcilia-o com Deus, fazendo expiação por suas transgressões, ganhando graça e o favor divino.”
Reconciliatório: II Cor 5:18,19; Rm 5:5-10; Cl 1:15-21 A obra de reconciliação já foi totalizada por Cristo.
Substitutivo: (Em lugar de outros). II Cor 5:21; I Pd 2:24; Lv 1:3-4 O castigo que traz a Paz estava sobre Ele (Jesus). Is 53:5; I Pd 2:24; Mt 1:21
Esse termo, ‘substituto’, não ocorre na Bíblia; porém, o princípio que representa se encontra por toda a Bíblia, em conexão com os ensinamentos referentes à morte de Cristo, quer por símbolos quer por afirmação direta e clara. Traz em si o pensamento de que Cristo tomou o lugar dos pecadores ofensores, levando-lhes a culpa e sofrendo o castigo que mereciam.
Justificativo: Rm 5:1; 3:24 (Somos justificados diante de Deus em Jesus).
Redentor: Gl 3:13; Gl 4:4,5; Mt 20:28; Mc 10:45
A palavra redimir, tanto no Antigo como no Novo Testamento, significa tornar a comprar por um preço; livrar da servidão por preço, comprar no mercado e retirar do mercado.
O termo ‘resgate’ deriva das transações efetuadas entre os homens, como a libertação de um cativo mediante o pagamento do resgate, ou a soltura de um devedor encarcerado, ao liquidar sua dívida.
Comprado por preço. Livre da escravidão por um preço de resgate.
Jesus é o nosso Redentor. (Nosso Boaz) Rt 4. O homem foi vendido ao pecado. Rm 7:14; Está escravizado pelo pecado. Jo 8:34: Rm 6:17,18 Fadado a morrer. João 3: 18,19; Ez 18:4.
Liberto por um preço. I Coríntios 6:20; 7:23; João 8:36 Jesus nos comprou por seu sangue. Atos 20:28 Fomos resgatados pelo sangue. I Pd 1:18-20
O sangue de Cristo é suficiente para cobrir os pecados de toda a humanidade, desde Adão até o último homem. Mas, só é eficiente aos que crêem. (Tem que ser aplicado nos pecados) João 1:29; I Jo 2:2; tem que crer e confessar. João 1:12; Rm 10:9,10. Quem não crer já estar julgado. João 3:18; 36
Jesus já pagou a dívida contra nós. Cl 2:13,14 Nos libertou. Ap 1:15 Nos purificou. Hb 9:22; I Jo 1:7
O Espírito Santo faz morada em nós. I Cor 6:19,.20 Testifica que somos filhos de Deus. Rm 8:16
A vida eterna é muito mais que uma existência. Significa vida por excelência. Vida no favor de Deus e comunhão plena. Vida de intimidade e conhecimento de Deus. Jo 17:3
Graças ao sacrifício de Cristo temos uma “Vida Vitoriosa.” Rm 8:35-39
O amor de Cristo nos constrange. II Cor 5:14; Gl 2:20.
Somos vencedores através do sangue de Cristo. Ap:12:11
Somos lavados pelo sangue de Cordeiro. Ap 7:14
Qual a nossa resposta a tamanho sacrifício? (II Cor 5:14-17).